segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Partidarismo inescrupuloso e parcialidade indecente por parte da Comunicação Social

Assistir uma canal de televisão aberta em Portugal tornou-se um desafio à paciência e ao estômago. É intragável e causa ânsia de vômito assistir o que fazem aqueles que deveriam atuar de maneira imparcial quando o assunto diz respeito àquilo que é da competência popular, a escolha.

O que é notório ao mais descuidado telespectador, é o lado tomado pelo jornalismo português, que atua como lacaios de um governo, que de alguma maneira, parece mantê-los algemados à um sistema que não quer arredar o pé.

Daquilo que deveria ser notícia aos editoriais, tudo que é veiculado nas redes de televisão visa manter os sucetíveis à manipulação sob o controlo de um consórcio que pratica a engenharia do logro ao apresentar os seus telejornais.

O Partido Chega realizou a sua 6ª Convenção Nacional, em Viana do Castelo, nos dias 12, 13 e 14 do corrente mês, e o que foi apresentado nos meios de comunicação convencionais causa asco. Sim, é asqueroso o que se escreve, fala e publica os medias portugueses, que estão sob a égide de quem, ao que parece, os patrocina nos últimos anos.

Na noite deste domingo, as manchetes deram nota da referida convenção, e a cada corte editorial era perceptível o minucioso trabalho de uma equipa concentrada na descontrução do discurso que desnuda toda vergonha que vive hoje o estado português. Classificaram André Ventura como alguém que quer resolver os demandos do governo no grito, entretanto deixam claro que se não houver quem grite, é sinal de concordância, e de um grito brota uma atitude que pode alterar o curso suicida em que se encontra o país.

Ligar um aparelho de televisão para ficar bem informado é algo que perdeu-se faz muito tempo. A manipulação e o verdadeiro discurso de ódio está em cada manchete televisiva.

Quem fala a verdade e expõe a podridão da engrenagem governamental é classificado como fascista e odioso. Não será fácil derrotar este monstro travestido de democracia, mas a cada dia está a ficar mais evidente que um mar de gente está a manifestar o seu profundo grau de descontentamento com a demagogia e com a implantação de um complexo de leis e diretrizes que estão descaracterizando a nação lusitana, ao submetê-la ao domínio de homens que não tem nenhum compromisso com a família portuguesa e com o bem-estar de uma sociedade que agoniza sob a opressão algoz de uma cúpula, que tal como um vampiro faminto suga cada gota do sangue de uma gente que quer de volta a sua pátria mãe.

André Ventura no seu grande discurso disse que o ADN do Chega e a sua força disruptiva são uma contestação a um estado de coisas que o país chegou, e expôs a abertura do partido à todos que querem ser representados na interrupção do processo destrutivo que está imposto, e a colocação de Portugal acima de qualquer interesse obscuro. O líder partidário disse que não há outro caminho para vencer o socialismo devastador que não a alternativa apresentada pelo Chega. A corrupção foi muito bem enfatizada no seu discurso, ao classificá-la como o terrível vírus que está a destruir a nação.

Caberá a cada português a continuação desta deplorável situação, ou a cabal interrupção de todas estas ações que têm invertido valores e implantado a anarquia no país, e isto dar-se-á no dia 10 de março com o insurgimento popular através do voto que legitimará a mudança que é inadiável.

Aos abstinentes e aos indecisos, fica o recado que o silêncio e a indiferença só faz perpetuar a desgraça, e transfere aos maus o poder de escolher pelos incautos neutros. Como muito bem diz o hino nacional, contra os canhões não há outra hipótese senão marchar.

Clique no link abaixo e assista ao discurso de André Ventura, na Convenção Nacional:

https://youtu.be/sPU5TeJTeG8?si=n3HAjyR5Fnt2aqrP

 


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