quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

André Ventura se Posiciona em Apoio Decisivo às Demandas das Forças de Segurança em Manifestação Histórica

Foto: Agência Lusa

Em um cenário de crescente descontentamento e insatisfação, as forças de segurança portuguesas, compreendendo policiais e guardas prisionais, continuam sua luta incansável por melhores salários e condições de trabalho. A noite de 24 de janeiro de 2024, marcada pela presença avassaladora de aproximadamente 15 mil policiais em frente ao Parlamento português, não foi apenas um ato de protesto, mas um símbolo potente da negligência governamental que tem levado à deterioração da segurança pública em Portugal.


Neste cenário tumultuado e carregado de emoções, a figura de André Ventura, presidente do partido CHEGA e candidato a Primeiro Ministro, emerge como um farol de esperança e compreensão para as demandas da classe. Em uma fala contundente e cheio de emoção, Ventura deixa clara sua posição: ele é a voz daqueles que têm sido deixados para trás pelo atual governo.


Ventura, com sua eloquência característica e fervor patriótico, não apenas expressou seu apoio incondicional às forças de segurança, mas também criticou veementemente o que descreve como o "sucateamento" da categoria por parte do governo atual. Em suas palavras, é possível sentir a frustração e a desilusão de um líder que se vê diante de um governo que falhou não só com suas forças de segurança, mas com toda a nação.

Assista o vídeo:

A promessa de Ventura de priorizar a equiparação dos suplementos dados à Polícia Judiciária a todas as forças de segurança na eventualidade de uma maioria de direita é mais do que uma promessa política; é um compromisso com a justiça e a dignidade daqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade. Seu respeito pela decisão dos organizadores do evento de não incluir líderes partidários no protesto reflete sua compreensão de que a luta das forças de segurança transcende a política partidária; é uma questão de direitos humanos e dignidade.


Este momento crítico na história de Portugal coloca em evidência não apenas as falhas do atual governo, mas também a necessidade urgente de mudança. A presença e as palavras de Ventura nesta noite histórica não foram apenas um gesto de solidariedade, mas um chamado à ação para todos os portugueses que acreditam na importância da segurança pública e no valor de quem a assegura.

O vídeo abaixo é comovente:

Vídeo: Canal Sérgio Tavares 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Partidarismo inescrupuloso e parcialidade indecente por parte da Comunicação Social

Assistir uma canal de televisão aberta em Portugal tornou-se um desafio à paciência e ao estômago. É intragável e causa ânsia de vômito assistir o que fazem aqueles que deveriam atuar de maneira imparcial quando o assunto diz respeito àquilo que é da competência popular, a escolha.

O que é notório ao mais descuidado telespectador, é o lado tomado pelo jornalismo português, que atua como lacaios de um governo, que de alguma maneira, parece mantê-los algemados à um sistema que não quer arredar o pé.

Daquilo que deveria ser notícia aos editoriais, tudo que é veiculado nas redes de televisão visa manter os sucetíveis à manipulação sob o controlo de um consórcio que pratica a engenharia do logro ao apresentar os seus telejornais.

O Partido Chega realizou a sua 6ª Convenção Nacional, em Viana do Castelo, nos dias 12, 13 e 14 do corrente mês, e o que foi apresentado nos meios de comunicação convencionais causa asco. Sim, é asqueroso o que se escreve, fala e publica os medias portugueses, que estão sob a égide de quem, ao que parece, os patrocina nos últimos anos.

Na noite deste domingo, as manchetes deram nota da referida convenção, e a cada corte editorial era perceptível o minucioso trabalho de uma equipa concentrada na descontrução do discurso que desnuda toda vergonha que vive hoje o estado português. Classificaram André Ventura como alguém que quer resolver os demandos do governo no grito, entretanto deixam claro que se não houver quem grite, é sinal de concordância, e de um grito brota uma atitude que pode alterar o curso suicida em que se encontra o país.

Ligar um aparelho de televisão para ficar bem informado é algo que perdeu-se faz muito tempo. A manipulação e o verdadeiro discurso de ódio está em cada manchete televisiva.

Quem fala a verdade e expõe a podridão da engrenagem governamental é classificado como fascista e odioso. Não será fácil derrotar este monstro travestido de democracia, mas a cada dia está a ficar mais evidente que um mar de gente está a manifestar o seu profundo grau de descontentamento com a demagogia e com a implantação de um complexo de leis e diretrizes que estão descaracterizando a nação lusitana, ao submetê-la ao domínio de homens que não tem nenhum compromisso com a família portuguesa e com o bem-estar de uma sociedade que agoniza sob a opressão algoz de uma cúpula, que tal como um vampiro faminto suga cada gota do sangue de uma gente que quer de volta a sua pátria mãe.

André Ventura no seu grande discurso disse que o ADN do Chega e a sua força disruptiva são uma contestação a um estado de coisas que o país chegou, e expôs a abertura do partido à todos que querem ser representados na interrupção do processo destrutivo que está imposto, e a colocação de Portugal acima de qualquer interesse obscuro. O líder partidário disse que não há outro caminho para vencer o socialismo devastador que não a alternativa apresentada pelo Chega. A corrupção foi muito bem enfatizada no seu discurso, ao classificá-la como o terrível vírus que está a destruir a nação.

Caberá a cada português a continuação desta deplorável situação, ou a cabal interrupção de todas estas ações que têm invertido valores e implantado a anarquia no país, e isto dar-se-á no dia 10 de março com o insurgimento popular através do voto que legitimará a mudança que é inadiável.

Aos abstinentes e aos indecisos, fica o recado que o silêncio e a indiferença só faz perpetuar a desgraça, e transfere aos maus o poder de escolher pelos incautos neutros. Como muito bem diz o hino nacional, contra os canhões não há outra hipótese senão marchar.

Clique no link abaixo e assista ao discurso de André Ventura, na Convenção Nacional:

https://youtu.be/sPU5TeJTeG8?si=n3HAjyR5Fnt2aqrP

 


sábado, 6 de janeiro de 2024

O crescimento do CHEGA e a preocupação do SISTEMA

O exponencial crescimento do autêntico partido de direita português vem causando um frenesi naqueles que percebem uma iminente ameaça aos propósitos de perpetuação do verdadeiro "império do mal."

As falas e o posicionamento das principais figuras da arena política denunciam que não estão nem um pouco confortáveis, ante o perceptível despertar de uma gigantesca fatia do eleitorado que declara não mais querer que as coisas continuem como estão. 

Às vésperas de um dos mais importantes pleitos da história, o país segue a chafurdar num pântano de denúncias de corrupção e irregularidades, as quais sofrem esquiva por parte daqueles que recusam-se a trazer às claras o que ainda não foi esclarecido. 

O Sistema Nacional de Saúde anda doente, e para ser melhor classificado encontra-se em estado terminal. 

Pessoas convalescendo, falta de médicos e demais profissionais de saúde, e como resultado, filas intermináveis  e esperas absurdas por quem agoniza por socorro.

A chegada do inverno, distopicamente, aumenta a temperatura em meio à uma vaga de desmantelamento daquilo que deveria ser tratado como sagrado. 

Defender o indefensável tem sido uma missão impossível para a situação, tapar o sol com a peneira só potencializa os escândalos que já não têm mais travões. Chegaram ao ponto de chamar a Direita de Diabo, quando estes mesmos transformaram o país num inferno.

A imigração descontrolada propiciou uma realidade social jamais imaginada. A política do "portas abertas para todos" fomentou o aumento da criminalidade e da violência, com índices nunca antes vistos. Nossos jovens estão indo embora, e estranhos estão a ocupar seus espaços. A insegurança hoje é o mais novo elemento a compor o cotidiano dos portugueses, que já percebem que sua amada pátria não é mais a mesma.

Muito longe de se enquadrar em quaisquer das acusações feitas pelos adversários, o Partido Chega, é o principal alvo dos golpes baixos desferidos pelo sistema, integrado à uma comunicação social totalmente rendida aos devaneios maquiavélicos de quem está no poder.

Certamente há uma crise econômica a nível mundial, entretanto estão a aproveitar o ensejo para implementar critérios, procedimentos e diretrizes que não dizem respeito à solução, mas uma clara demonstração de subserviência à instâncias que pretendem dominar o continente, em detrimento da autonomia e da soberania da nação, cujas raízes deveriam ser intocáveis.

As máscaras estão a cair, e ainda assim fazem malabarismos para disfarçar o que está escancarado aos olhos de todos. 

Milhões e milhões de euros a financiar um conflito armado, e a população sendo bombardeada covardemente com o sucateamento da saúde e da educação. Não há discurso que desfaça todas as irregularidades praticadas, muitas delas bizarras e criminosas, e a conta está a chegar com juros e correção monetária. 

Graças à digitalização e à inclusão da sociedade no mundo virtual, o castelo da imprensa podre está a ruir, e a começar pelos mais jovens a resposta já chegou. O entendimento de que é necessário pôr um fim neste ciclo vicioso é inadiável e a juventude portuguesa dá o seu brado, tornando inviável que até as sondagens mais suspeitas omitam tal crescimento. 

Está nas mão de cada cidadão, e por quê não dizer, que o "X" da questão estará numa cédula, no dia 10 de março.

Chega!!!

Portugal escolhe e confirma o rumo que quer seguir

Concluída a primeira volta das eleições presidenciais de 2026, o cenário político português ficou cristalino: António José Seguro liderou co...