terça-feira, 26 de março de 2024

PSD não cumpre com a palavra e cria grave impasse no Parlamento Português

 

André Ventura decepcionado 

O cenário político português encontra-se em uma fervura intensa após os recentes desenvolvimentos na Assembleia da República, onde o Partido Social Democrata (PSD), liderado por Luís Montenegro, viu seu candidato à presidência do Parlamento ser rejeitado em uma votação que expôs fissuras profundas nas alianças políticas e lançou sombras sobre o compromisso democrático entre as forças partidárias.


No centro do furacão está o acordo previamente anunciado entre o PSD e o Chega, um entendimento que, segundo André Ventura, líder do Chega, garantiria a eleição de cargos-chave na mesa da Assembleia, incluindo o presidente. Contudo, a candidatura de José Pedro Aguiar-Branco, proposta pelo PSD, não alcançou o número necessário de votos, angariando apenas 89 dos 230 possíveis, bem abaixo dos 116 votos necessários para assegurar a eleição.


Este resultado é interpretado por muitos como um claro indicativo de que não apenas o acordo foi desrespeitado, mas que também há uma relutância em promover um ambiente democrático e colaborativo dentro do espectro parlamentar. As acusações de Ventura apontam diretamente para uma má vontade por parte de Montenegro em honrar o compromisso estabelecido, optando, ao invés disso, por perpetuar o "antigo jogo político" em colaboração com o Partido Socialista (PS), tradicional rival do PSD.


O episódio marca um momento de extrema tensão e séria reflexão sobre a dinâmica política atual no Parlamento português. Ventura, em suas declarações, expressa profunda decepção e descontentamento, não só pela falha em respeitar o acordo mas também pelo tratamento dispensado ao Chega, que segundo ele, foi marginalizado e humilhado, contrariando os princípios democráticos de respeito e diálogo entre as partes.


O desfecho desta eleição levanta questões críticas sobre a capacidade dos partidos políticos em Portugal de trabalharem juntos em prol do interesse nacional, especialmente em um momento em que o país enfrenta desafios significativos tanto no espectro interno quanto no cenário internacional. A rejeição do candidato do PSD, sob estas circunstâncias, não apenas reflete uma crise de liderança e confiança mas também antecipa possíveis dificuldades na condução de políticas e reformas essenciais.


Neste contexto conturbado, a necessidade de uma revisão nas estratégias de negociação e no estabelecimento de alianças políticas torna-se evidente, assim como a urgência em restaurar a confiança entre os partidos e, mais importante, entre os representantes eleitos e o povo português. O episódio ressalta a importância da integridade, do respeito mútuo e da transparência como pilares de uma democracia robusta, desafiando os líderes políticos a refletirem sobre suas práticas e compromissos em prol de um futuro mais promissor para Portugal.


O momento é, sem dúvida, de alta temperatura política, exigindo um olhar crítico e medidas assertivas para reverter o quadro de instabilidade e incerteza que agora paira sobre a Assembleia da República. A resposta a este impasse, e a maneira como os partidos políticos escolherão lidar com ele, será determinante para o futuro político e democrático do país.

O claro desinteresse do Sr. Luís Montenegro em ser, no mínimo, leal àquilo que pactuou poderá resultar num momento desastroso para a política portuguesa. 

Clica no link abaixo e assista o vídeo:

https://youtu.be/z4HfI7EsABU?si=R8zCJIJPuNteYE0h

quinta-feira, 7 de março de 2024

O CHEGA em Alvaiázere e as eleições do dia 10 de Março

Por CHEGA ALVAIÁZERE 

O Partido Chega que fará 5 anos a 9 de Abril do corrente ano tem vindo a afirmar-se e a fortalecer-se não só a nível de militância (mais de 56.000 militantes), mas também em bons quadros, e a nível da presença no território Nacional. Com o aproximar de mais umas eleições legislativas, o Chega apresenta os seus candidatos pelo círculo eleitoral de Leiria, tendo André Ventura optado pela estabilidade e continuidade das suas escolhas mantendo os três primeiros candidatos os mesmos que foram a eleições a 30 de Janeiro de 2022. Sendo cabeça de lista o actual Deputado Gabriel Mitha Ribeiro, em n° 2 Luís Paulo Fernandes actual Presidente da Comissão Política Distrital (CPD) de Leiria, em n° 3 Carina Ascenso Francisco, actual secretária da CPD de Leiria e Presidente da Concelhia de Leiria, o n° 4 é Rui Fernandes, Vice Presidente da CPD de Leiria, é alguém que os Alvaiazerenses já conhecem, foi o candidato pelo Chega à Câmara Municipal de Alvaiázere nas Autárquicas de 2021.

E porque ”Alvaiázere também é Portugal" como foi o slogan de campanha autárquica, pois também Alvaiázere aparece na lista de deputados por Leiria, estando como suplente a nossa conterrânea Rita Sofia Santos Cerca, que é a secretária da Concelhia de Alvaiázere. 

A seleção dos candidatos a deputados foi feita em conformidade com o Presidente André Ventura e os órgãos distritais, essa escolha teve assente em vários pontos estratégicos, como: A pluralidade de profissões e experiência de vida profissional; também o nível académico e a representatividade do território, pois a norte do distrito de Leiria os concelhos de Pedrógão Grande, Ansião, Pombal e Alvaiázere estão representados na lista de candidatos a deputados da Assembleia da República, porque o Partido Chega não deixa ninguém para trás. 


Sendo o Chega um Partido recente, mas com a maturidade dos seus dirigentes, militantes e simpatizantes, em alguns casos possam ter vindo com experiência política de outros partidos, mas a grande maioria dessa força, dessa garra é de gente que nunca esteve ligado á política, nem a Partidos, mas com o saber do que é a vida de trabalho e o esforço do dia a dia. Talvez seja esse o sucesso do crescimento do Partido. Esse sucesso também passa por aproximar a população à política, usando principalmente dois métodos: o estar presente nas ruas, no trabalho, nos mercados, nas escolas, estar junto ao povo; e usar as redes sociais para levar a mensagem do Chega a mais pessoas e mais longe. Desta forma a mensagem vai passando e existe uma ligação mais próxima e interativa entre o partido e os seus eleitores, simpatizantes e também militantes. Todos somos testemunhas de que hoje em dia nas ruas, nos cafés, no emprego e nas escolas fala-se em política, e para isso André Ventura foi o impulsionador de uma esperança em termos um país mais desenvolvido e um país melhor para viver.


O Chega aposta em políticas estruturadas, realistas e claras, faz com que qualquer pessoa, que se aproxime do Chega facilmente entende do que se fala e os caminhos que são necessários percorrer para atingir as soluções para "Limpar" e recuperar Portugal.


Também a grande aposta do Partido é na juventude,  criando a curiosidade, o interesse pela política e pelo futuro do país. Para isso mais uma vez as redes sociais são a ferramenta para lhes chegar. O Chega tem ainda a gratuitidade das cotas de militante para os jovens dos 14 aos 26 anos, incentivando os jovens á participação cívica, para isso basta ir ao site na internet: http://portalchega.pt e seguir os passos simples, ficando também a fazer parte da família Chega.

A campanha política está na rua, a percorrer Portugal, no distrito de Leiria de norte a sul a  passar por todos os Concelhos e Freguesias. No nosso Concelho esteve a caravana política no arranque aos sábados do mercado/praça dos Cabaços no dia 10 de Fevereiro, e em Alvaiázere na quarta feira 14 de Fevereiro onde passou o Camião da campanha #Ventura2024 por todo o Concelho.


Dia 10 de Março todos os eleitores serão chamados a  votar para escolher o novo governo dos próximos quatro anos. Não podemos perder esta oportunidade para dar um novo rumo a Portugal, e sair da cauda da Europa. Vamos voltar a ter um país agradável e apetecível para viver.


A Concelhia de Alvaiázere do Partido Chega.

quarta-feira, 6 de março de 2024

Névoa de Esquecimento: O Povo Português e a Surpreendente Amnésia Política

Créditos: Getty Images

Nas páginas da história política portuguesa, um novo capítulo se escreve com tinta da controvérsia e da surpresa. Um país conhecido por suas descobertas além-mar, agora navega por águas tumultuadas da política interna, onde o passado e o presente colidem numa encruzilhada de escolhas e memórias.

No epicentro deste drama político, encontra-se o Sr. Pedro Nuno Santos, uma figura que recentemente viu seu nome associado a um escândalo de grandes proporções envolvendo a TAP, a companhia aérea estatal de Portugal. Sob a sua supervisão, enquanto Ministro de Infraestruturas, uma ex-conselheira da TAP, Alexandra Reis, recebeu uma compensação milionária de meio milhão de euros, num contexto onde a empresa beneficiava de mais de dois biliões de euros em auxílio do governo. Este episódio não somente abalou as estruturas do poder, levando à sua renúncia, mas também reacendeu o debate sobre a ética e a integridade na gestão pública.

Contrastando com este cenário, apresenta-se André Ventura, líder do partido CHEGA, cuja coerência e discurso direto têm ressonado com uma parcela significativa da população portuguesa. Ventura, longe de ser uma figura controversa como alguns setores da mídia procuram pintar, tem-se mostrado um crítico vocal das incoerências do sistema e um defensor da necessidade de reformas profundas que resgatem a nação dos vícios e práticas que a têm impedido de alcançar seu potencial pleno.

Este eloquente discurso de resgate e transformação, proposta por André Ventura, encontra-se frequentemente minimizada ou ignorada pela velha imprensa, que, em uma era de partidarismos exacerbados, parece esquecer sua missão de informar com imparcialidade. Ao invés disso, assistimos a uma campanha quase unilateral que busca resgatar figuras como Pedro Nuno Santos do ostracismo político, tentando reescrever os eventos recentes como meros acidentes de percurso, e não como os sintomas de um sistema que necessita de reforma. Canais de televisão como a SIC e outros demonizam em tempo integral a figura do Presidente do CHEGA numa campanha escancarada em favor da EXTREMA-ESQUERDA. 

Na verdade, a reconstrução da nação lusitana, apregoada por André Ventura, promete não apenas um novo capítulo na gestão do país, mas também uma revisão dos valores que devem nortear a política portuguesa. Valores estes que devem refletir a integridade, a transparência e o respeito pelos recursos e confiança públicos.

O cenário é, portanto, de uma clareza solar: de um lado, a possibilidade de continuidade das práticas deprimentes e questionáveis; do outro, a proposta de ruptura e renovação. Neste contexto, a memória coletiva desempenha um papel crucial. Esquecer os erros do passado pode condenar o futuro a repeti-los, enquanto lembrar e aprender com eles abre a possibilidade de um novo caminho.

A escolha, como sempre, está nas mãos do povo português. À medida que as eleições se aproximam, mais do que nunca, é essencial que os eleitores pesem suas decisões com cuidado, considerando não apenas as promessas do momento, mas os registos e ações passadas daqueles que pleiteiam seu voto. 

Num país historicamente marcado por descobertas e conquistas, Portugal enfrenta hoje um desafio interno que testa não só a memória de seu povo, mas também a integridade de sua democracia. O futuro de Portugal depende dessa escolha, numa encruzilhada entre o esquecimento e a memória, entre a continuidade e a mudança. Que a decisão tomada seja uma que conduza a nação a um futuro de prosperidade, justiça e integridade.

terça-feira, 5 de março de 2024

A Verdade Nua e Crua: O Teatro Político Português Sob os Holofotes da Fraude Eleitoral

Em um cenário político já fervilhante, Portugal encontra-se à beira de um precipício democrático às vésperas das eleições de 10 de março. A descoberta de tentativas de fraude eleitoral, acompanhadas por denúncias graves contra o partido Chega, acende um alarme que ressoa pelos corredores da democracia lusitana.


A revelação feita por André Ventura, sobre manobras para anular votos e desvirtuar o resultado eleitoral, não é apenas um grito no vazio. É o espelho da imoralidade que assombra o processo eleitoral em Portugal, onde um membro Bloco de Esquerda e posteriormente outro do partido Livre, designados para as mesas de voto, ostentam descaradamente a intenção de manipular os votos. Esta tentativa de golpe contra a vontade popular revela as sombras que se escondem atrás das cortinas do poder.

A situação é agravada pelo silêncio e, pior, pela cumplicidade da imprensa. Longe de serem bastiões da verdade, certos sectores da comunicação social portuguesa têm-se revelado verdadeiros paladinos da extrema esquerda, embarcando numa cruzada contra o Chega, ao passo que blindam as falcatruas e as manipulações de seus preferidos políticos.

Diante das evidências trazidas à luz, com e-mail e declarações que não deixam margem para dúvidas, é assustador testemunhar o descaso com que a Comissão Nacional de Eleições trata o assunto. O que deveria ser um órgão de defesa da integridade eleitoral parece fechar os olhos para as denúncias, revelando um partidarismo que fere a própria essência da democracia.


Esta matéria não é apenas um apelo ao escrutínio e à vigilância. É um grito por justiça, por transparência e pela garantia de que cada voto depositado nas urnas no dia 10 de março seja um testemunho vivo da vontade do povo português. Não podemos permitir que a fraude e a manipulação desfigurem o rosto da nossa democracia.

É imperativo que as instituições, encarregadas de zelar pelo processo eleitoral, estejam à altura da confiança que nelas é depositada. O momento é de decisão, não apenas para os eleitores, mas para o próprio destino da nação. Que este seja um momento de reflexão, mas, acima de tudo, de ação.

Portugal merece mais. Merece ser levado a sério. E, nesta hora decisiva, só a verdade pode ser o farol que nos guie através da tempestade.

Clica no link abaixo e assista o vídeo:

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Portugal escolhe e confirma o rumo que quer seguir

Concluída a primeira volta das eleições presidenciais de 2026, o cenário político português ficou cristalino: António José Seguro liderou co...