sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Portugal vai financiar 34 milhões de euros em obras em Angola - Para André Ventura é um "ultraje"

           André Ventura (Agência Lusa)


 Chega considera "um ultraje" financiamento português para reabilitação de fortaleza em Angola

Partido liderado por André Ventura acusa o Governo de querer reescrever a História, "deixando-a à mercê de um revisionismo histórico parcial".


O Chega questionou esta sexta-feira o Governo relativamente ao financiamento de 34 milhões de euros para a reabilitação e apetrechamento da Fortaleza de São Francisco do Penedo, em Angola, considerando ser "um ultraje à história de Portugal".


Num requerimento dirigido ao primeiro-ministro, através do parlamento, o Grupo Parlamentar do Chega questiona "qual a motivação do Governo português em assumir as despesas pela criação de um museu cuja designação faz referência à luta independentista contra Portugal".

O memorando de entendimento foi assinado em Luanda em 10 de dezembro entre os governos de Portugal e Angola. A Fortaleza de São Francisco do Penedo será convertida no Museu de Libertação Nacional de Angola.


Para o Chega, este apoio financeiro constitui "um ultraje à história de Portugal e à memória dos antepassados, assim como à dos combatentes do ultramar, ainda esta sexta-feira tão maltratados pelas ações empreendidas na defesa dos interesses nacionais".


O partido liderado por André Ventura acusa também o Governo de querer reescrever a História.

No documento divulgado esta sexta-feira, os deputados do Chega consideram que esta opção política confronta a história, "deixando-a à mercê de um revisionismo histórico parcial e mediático que está em voga, mas que está longe de merecer a unanimidade e muito menos de ser cientificamente correto".


"Com este gesto, além do dispêndio de uma verba que, no âmbito de atuação do Instituto Camões, melhor serviria outros fins mais convenientes aos interesses do nosso país, está Portugal a assumir implicitamente a culpa pela gesta de colonização ultramarina que, como resultado, "novos mundos ao mundo" mostrou e da qual todos nós, portugueses, nos deveríamos orgulhar, uma vez que está inscrita nos livros da nossa História e na nossa memória coletiva como o que de melhor empreendemos e demos à História da humanidade", defendem.

O Chega considera que é "algo que não se pode apagar e que deveria ser alvo de preservação e de orgulho pelos mais altos dignitários de quem é herdeiro legítimo deste património e a quem o compete, em primeira instância, defender".


"Tivéssemos, pois, nós hoje em Portugal governantes à altura dos de quinhentos e dislates destes seriam evitados", acrescenta.

O Grupo Parlamentar do Chega aponta ainda que esta decisão é "absurda e inconsistente", além de uma "tentativa de manipulação e instrumentalização política da História, procurando assim o Governo, também, desviar a atenção dos problemas do país".


Na altura da assinatura do memorando de entendimento, o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, destacou o "significado muito especial" da reconversão da fortaleza no Museu de Libertação Nacional.


"Acontece precisamente à beira de se iniciar o ano em que se celebram os 50 anos do 25 de Abril e um ano antes de se iniciar a celebração do aniversário dos 50 anos da independência de Angola", afirmou Cravinho, salientando que a importância de recordar que a liberdade portuguesa tem muito a ver com a luta pela libertação colonial dos povos em vários países africanos colonizados na altura por Portugal.

"Há aqui uma relação simbiótica, porque essas lutas pela liberdade, pela independência, dos povos africanos, incluindo o povo angolano, é um estímulo muito importante para a luta pela liberdade em Portugal", referiu o governante na altura.

Segundo João Gomes Cravinho, este apoio é precisamente uma celebração daquilo que é um património conjunto que é a liberdade dos Estados.


Fonte: Correio da Manhã

sábado, 23 de dezembro de 2023

Os bastidores do governo e a submissão aos Senhores do Mundo - O Tratado

Até bem pouco tempo falar sobre os Senhores do Mundo seria motivo para ser classificado como conspiracionista e distópico, mas e agora? Alguém ainda tem dúvidas concernente a um comando a nível mundial, cuja autoridade subjuga e direciona os rumos da esmagadora maioria das nações, decidindo assim o futuro da humanidade? 

Não é mais admissível discutir política sem colocar sobre a mesa a questão do enquadramento nas imposições feitas pelo Sistema, para que se usufrua movimentações comerciais e esteja integrado no tabuleiro do jogo enquanto governo estabelecido e inserido nesta malha que arremete à uma espécie de escambo apocalíptico.

Na verdade tudo que está a acontecer já vem sendo preparado há décadas, e chegaria o momento em que não mais tolerariam protelar, por isso justifica-se a pressa em encaixar logo todas as peças e assim estabelecer na prática a Agenda 2030.

Basta um mínimo de noção de geopolítica para perceber o alinhamento mundial e a convergência através de diretrizes que subvertem a autonomia de povos e culturas, e não por acaso tudo começou com inocentes tratados de paz e bem-estar social. Evasivos discursos proferidos ao longo da história neocontemporânea, e catalogados como parâmetros para a implantação de uma ordem, não poderiam noutros momentos serem interpretados como uma trama de encabrestamento e retirada de direitos, para além de tolir todas as liberdades de arbítrio, o que tornaria 99% da população lacaia de uma confraria que determina o que é certo ou errado, o que é permitido ou proibido, o que é moral ou imoral, enquanto a imoralidade já cavalgava nos lombos de falsos mestres e instituições que deseducaram e promoveram verdades absolutas que nunca passaram de mentiras deslavadas, entretanto registadas nas enciclopédias como a narrativa perfeita de invencionices, para justificar a grande farsa sobre a qual estão alicerçados tudo o que foi-nos transmitido nas consideradas melhores escolas do saber.

Se fomos enganados até a presente data, e se os pilares do conhecimento sustentam nada mais do que aquilo que quiseram impor como última palavra, todos que se levantam contra tais premissas são classificados como hereges, e dum jeito ou doutro tratam logo de providenciar o cancelamento, uma vez que o discurso não pode distoar dos ditames autenticados nas melhores universidades e com as vinhetas dos mais conceituados doutores. Se treze é o número do azar ou da sorte, não importa, facto é que algumas famílias há séculos impõem o que lhes é conveniente: Religião, cultura, educação, saúde, ciência, teconologia, nada foge ao crivo de pouquíssimas pessoas que fazem sempre prevalecer a sua vontade.

E se realmente somos reféns deste sórdido implemento social, o que fazer para fugir disto tudo? 

Tudo é tão evidente e notório, que não se faz necessário nenhum esforço para correlacionar a cronologia e a sincronicidade de eventos, que não coincidem com a forma como deveriam ser, por natureza, mas trazem à tona a evidência de que já não mais se importam se são escandolosas ou não as explicações mais bizarras para a sustentação e prevalência da sua cartilha.

Governantes conscientes deste grande e macabro teatro, que não se submetem são retirados do cenário, e muitas vezes deixam mesmo de existir, ao pé da letra. Um pouquinho de pesquisa e o continente africano dá conta desta afirmativa, nomeadamente de 2020 para cá. Eles já não se importam mesmo se os seus métodos esdrúxulos batem de frente com a lógica, e se estão a praticar o reverso de normas que conflitam com números e evidências metodológicas, todavia apoiados por uma grande imprensa prostituída, o consórcio do terror arruma a sua cama, e sustenta que assim será por bem ou por mal.

Tiveram o descaramento de dizer que não teremos nada, e seremos felizes. Também foram cínicos o bastante para dizerem que o mundo está abarrotado de gente e é preciso enxugar isto. Infelizmente o excesso de flúor oxidou a glândula pituitária de quase toda a humanidade, que já em fase de sono profundo, digere muito bem toda esta indigesta e nefasta ração que vem sendo servida ao gado manso. Sim, é exatamente isto que somos para estes poucos: gado.

Os últimos anos foram decisivos para que fôssemos cabalmente inseridos neste contexto de controlo total, e levantar-se contra esta engrenagem implica muito mais do que coragem, mas exige uma dose cavalar de consciência de que nada mais será como antes, mas podemos, na melhor das hipóteses, causarmos um atraso e ganharmos, quem sabe uns anos a mais de oxigénio nestas câmaras tóxicas para as quais fomos empurrados.

Jean-Jacques Rousseau argumentava que, ao longo do tempo, as instituições sociais criavam uma desigualdade injusta, transformando os cidadãos livres em pessoas submissas às vontades de uma elite governante.

Isto já era latente em 1762 no conceito deste importante pensador francês, e ao que parece Rousseau já vislumbrava ou tinha a premonição de que uma elite global ainda muito mais subjugadora do que a monarquia tomaria o controlo do planeta. Se na ideia do "contrato social" de Rousseau, no qual as pessoas renunciavam parte de sua liberdade em favor do bem comum, estabelecendo assim uma forma de governo, hoje esta tal liberdade foi roubada por completo em favor dos excêntricos e desumanos interesses de uma minoria.


Contextualizando sob o prisma lusitano, se o mundo é sobressaltado com o seu “Estado Novo”, os portugueses não têm a menor nostalgia pelo que sucedeu antes do 25 de abril, e por isso mesmo, movidos pelo sentimento da verdadeira liberdade, não se renderá à nenhum arreio ou cabresto, fazendo assim evidente e manifesta a sua profunda vontade de ver a pátria soberana e desatada de qualquer contrato espúrio com interesses internacionais, que ultrajam a dignidade humana.

Há um tratado em curso, a nível planetário, e convém que os descrentes despertem enquanto há possibilidade de reação.

Se a esperança é a última que morre, e se esta ainda respira, vale a pena ao menos lutar por algum direito que ainda nos resta, e isto é realmente possível com o acenar de que uma luz nunca deixou de mostrar-se no fim deste tenebroso túnel.

Quando o Sistema age de maneira orquestrada no intuito de calar os bons, e inverter os valores com discursos demagogos e vis, está na hora do remanescente, mesmo que dolente, arvorar a bandeira de uma liberdade que seja a genuína de povo guerreiro que brada e luta por uma soberania que não se deixa entorpecer.

Basta de corrupção! Basta de subversão de valores!

Chega! Chega! Chega!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Os descalabros da Media Corporativa e a CHEGOFOBIA implacável

É escandaloso o comportamento da velha media, ao portar-se sem a menor cerimónia com declarada parcialidade, quando o assunto diz respeito àquilo que determinará o futuro de toda uma nação. 

Até aos mais desatentos é claramente perceptível as preferências e as objeções feitas por órgãos de comunicação social, que chamam para si um poder que, por ética, não é atribuído, e colocam em detrimento o que deveria ser de maneira imparcial exposto à toda a população. 

Não há como fugir da adjetivação de corporativismo e latente tentativa de convencer os portugueses daquilo que é do interesse daqueles que insistem em não "largar o osso" e perpetuar o poder.

Em entrevista concedida ontem(21/12) à Tiago Paiva, no YouTube, o Deputado e Presidente do Partido Chega, André Ventura, pontuou o que ele classificou como boicote das redes de televisão aberta, ao que também salientou ser a maior ameaça ao viciado sistema político, desde o 25 de abril.

Na referida entrevista o líder do Chega também fez questão de trazer à discussão que os tais meios de comunicação convencionais já não são mais este "bicho papão", uma vez que as redes sociais estão a engolir a grande imprensa, e plataformas como o YouTube, Instagram, Facebook, "X" e outras estão a esvaziar a audiência da media tradicional. 

Por falar em plataformas sociais, é justamente nestas que André Ventura dá um verdadeiro show de alcance ao mostrar um crescimento que aterroriza os adversários. 

O poder de convencimento das televisões não pode ser desprezado, ao saber que uma expressiva parcela da população não evoluiu neste aspeto e não ingressou no mundo virtual, mas é também sabido que esta fatia da população já é bem menor do que a que permitiu-se digitalizar e já não consegue se separar de um smartphone.

O ambiente político está realmente a sofrer transformações potenciais, e isto graças à internet com suas redes sociais. Há uma guerra declarada e não escapou à entrevista supracitada o desempenho de Bolsonaro, que derrotou o "sistema" no Brasil, num primeiro momento,com a força das redes sociais, e depois... ...(isto é um outro assunto)

Entretanto a liderança de Bolsonaro permanece intacta.

Os portugueses têm pela frente um momento ímpar de interromper esta história recente muito mal contada, e dar a volta por cima e interromper a sua iminente destruição, disse André Ventura, que do que resta, têm pontualmente feito uso intenso das redes sociais, onde deixa os seus adversários literalmente tontos.

Ventura foi extremamente feliz ao afirmar metaforicamente que está na hora de alguém governar para as pessoas que sustentam o país, e não para bandidos e mandriões. 

André destacou que a cultura política do século XXI nos obriga a fazer escolhas disruptivas, e a dizer verdade às pessoas.

Doutro modo o país está fadado à real destruição de sua estrutura, que envolve saúde e educação de qualidade, e não a atitude "kamikase" que tomou a direção da nação.

O Chega, através do seu líder, não deixa passar despercebido que há no país mais de um milhão de imigrantes, e que quase 15% dos contribuintes  são estrangeiros. Sobre esta questão André Ventura disse que o processo migratório descontrolado, portas abertas e sem regras resulta em conflito, terrorismo e pobreza. Exemplificou a Bélgica, Holanda e França e salientou que Portugal não pode perder a noção das coisas. É necessário qualificar a entrada de pessoas no país e não a política irresponsável do "venham todos".

Para Ventura o país precisa de pessoas que agreguem valor social e não a hipocrisia de uma pseudo diplomacia que que leva à autodestruição. 

A conclusiva desta matéria com nuances editoriais é que de xenofobia o Chega não tem nada, antes o partido vêm sendo vítima de ação conjunta de boicote por parte da media convencional, que pode ser classificada como "CHEGOFOBIA".

O momento é agora, e não pode ser depois.

Para assistir a entrevista clique na imagem abaixo:



domingo, 17 de dezembro de 2023

CHEGA realiza memorável noite de Jantar de Natal da Distrital de Leiria

Uma noite muito fria não foi obstáculo para que o Partido CHEGA mostrasse todo o seu calor.

Mais de uma centena de pessoas estiveram presentes em Castanheira de Pêra, neste sábado (16/12), para uma confraternização natalina, quando contou com a participação do ilustríssimo Sr. António Tanger Corrêa, vice-presidente do partido e Embaixador de Portugal; Coronel Reformado de Cavalaria Nuno Simões Melo, além de presidentes e representantes de todas as concelhias do Distrito de Leiria.

Foi um momento de forte expressão e um grito de que algo novo e inédito está a acontecer em Portugal. 

Ao fazer uso da palavra, o Presidente da Distrital de Leiria, Luís Paulo Fernandes, com o seu peculiar discurso firme e contundente, não deixou escapar um profundo sentimento  de nacionalismo, e frisou a necessidade urgente de salvaguardar e até mesmo resgatar valores de uma sociedade tradicional e conservadora, que estão sendo surrupiados e aviltados por pessoas, que de maneira cruel estão a implementar uma agenda podre, que põe em detrimento as sólidas bases de uma sociedade onde a democracia não pode ser confundida com balbúrdia.

Assista o vídeo:

O Exmo. Sr. António Tanger também mostrou na sua fala que não está no CHEGA por acaso, e justificou sua ilustre presença ao, de maneira muito calorosa, pontuar nuances da política lusitana que estão a conduzir os portugueses para uma outra realidade, da qual nenhum cidadão deve se eximir de participar. Tanger, demonstrou maestria e exímia didática ao exemplicar momentos históricos desta nação, que hoje vê na figura de André Ventura uma real chance de voltar Portugal aos trilhos.

O Coronel Nuno Simões, da mesma maneira e com a eloquência natural dos militares afirmou acreditar numa vitória do CHEGA ainda que ventos contrários estejam a soprar, todavia mostrando perda de força ante uma evidente demonstração de que a população quer mesmo dar um basta nesta verdadeira corriola em que transformou-se a coisa pública.

Enfim, As pessoas que lá estiveram não são apenas números de uma militância, mas portugueses que abraçaram uma causa com unhas e dentes, e o grito foi uníssono: "Por Portugal, pelos portugueses!"


















Portugal escolhe e confirma o rumo que quer seguir

Concluída a primeira volta das eleições presidenciais de 2026, o cenário político português ficou cristalino: António José Seguro liderou co...