É escandaloso o comportamento da velha media, ao portar-se sem a menor cerimónia com declarada parcialidade, quando o assunto diz respeito àquilo que determinará o futuro de toda uma nação.
Até aos mais desatentos é claramente perceptível as preferências e as objeções feitas por órgãos de comunicação social, que chamam para si um poder que, por ética, não é atribuído, e colocam em detrimento o que deveria ser de maneira imparcial exposto à toda a população.
Não há como fugir da adjetivação de corporativismo e latente tentativa de convencer os portugueses daquilo que é do interesse daqueles que insistem em não "largar o osso" e perpetuar o poder.
Em entrevista concedida ontem(21/12) à Tiago Paiva, no YouTube, o Deputado e Presidente do Partido Chega, André Ventura, pontuou o que ele classificou como boicote das redes de televisão aberta, ao que também salientou ser a maior ameaça ao viciado sistema político, desde o 25 de abril.
Na referida entrevista o líder do Chega também fez questão de trazer à discussão que os tais meios de comunicação convencionais já não são mais este "bicho papão", uma vez que as redes sociais estão a engolir a grande imprensa, e plataformas como o YouTube, Instagram, Facebook, "X" e outras estão a esvaziar a audiência da media tradicional.
Por falar em plataformas sociais, é justamente nestas que André Ventura dá um verdadeiro show de alcance ao mostrar um crescimento que aterroriza os adversários.
O poder de convencimento das televisões não pode ser desprezado, ao saber que uma expressiva parcela da população não evoluiu neste aspeto e não ingressou no mundo virtual, mas é também sabido que esta fatia da população já é bem menor do que a que permitiu-se digitalizar e já não consegue se separar de um smartphone.
O ambiente político está realmente a sofrer transformações potenciais, e isto graças à internet com suas redes sociais. Há uma guerra declarada e não escapou à entrevista supracitada o desempenho de Bolsonaro, que derrotou o "sistema" no Brasil, num primeiro momento,com a força das redes sociais, e depois... ...(isto é um outro assunto)
Entretanto a liderança de Bolsonaro permanece intacta.
Os portugueses têm pela frente um momento ímpar de interromper esta história recente muito mal contada, e dar a volta por cima e interromper a sua iminente destruição, disse André Ventura, que do que resta, têm pontualmente feito uso intenso das redes sociais, onde deixa os seus adversários literalmente tontos.
Ventura foi extremamente feliz ao afirmar metaforicamente que está na hora de alguém governar para as pessoas que sustentam o país, e não para bandidos e mandriões.
André destacou que a cultura política do século XXI nos obriga a fazer escolhas disruptivas, e a dizer verdade às pessoas.
Doutro modo o país está fadado à real destruição de sua estrutura, que envolve saúde e educação de qualidade, e não a atitude "kamikase" que tomou a direção da nação.
O Chega, através do seu líder, não deixa passar despercebido que há no país mais de um milhão de imigrantes, e que quase 15% dos contribuintes são estrangeiros. Sobre esta questão André Ventura disse que o processo migratório descontrolado, portas abertas e sem regras resulta em conflito, terrorismo e pobreza. Exemplificou a Bélgica, Holanda e França e salientou que Portugal não pode perder a noção das coisas. É necessário qualificar a entrada de pessoas no país e não a política irresponsável do "venham todos".
Para Ventura o país precisa de pessoas que agreguem valor social e não a hipocrisia de uma pseudo diplomacia que que leva à autodestruição.
A conclusiva desta matéria com nuances editoriais é que de xenofobia o Chega não tem nada, antes o partido vêm sendo vítima de ação conjunta de boicote por parte da media convencional, que pode ser classificada como "CHEGOFOBIA".
O momento é agora, e não pode ser depois.
Para assistir a entrevista clique na imagem abaixo:


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