sábado, 23 de dezembro de 2023

Os bastidores do governo e a submissão aos Senhores do Mundo - O Tratado

Até bem pouco tempo falar sobre os Senhores do Mundo seria motivo para ser classificado como conspiracionista e distópico, mas e agora? Alguém ainda tem dúvidas concernente a um comando a nível mundial, cuja autoridade subjuga e direciona os rumos da esmagadora maioria das nações, decidindo assim o futuro da humanidade? 

Não é mais admissível discutir política sem colocar sobre a mesa a questão do enquadramento nas imposições feitas pelo Sistema, para que se usufrua movimentações comerciais e esteja integrado no tabuleiro do jogo enquanto governo estabelecido e inserido nesta malha que arremete à uma espécie de escambo apocalíptico.

Na verdade tudo que está a acontecer já vem sendo preparado há décadas, e chegaria o momento em que não mais tolerariam protelar, por isso justifica-se a pressa em encaixar logo todas as peças e assim estabelecer na prática a Agenda 2030.

Basta um mínimo de noção de geopolítica para perceber o alinhamento mundial e a convergência através de diretrizes que subvertem a autonomia de povos e culturas, e não por acaso tudo começou com inocentes tratados de paz e bem-estar social. Evasivos discursos proferidos ao longo da história neocontemporânea, e catalogados como parâmetros para a implantação de uma ordem, não poderiam noutros momentos serem interpretados como uma trama de encabrestamento e retirada de direitos, para além de tolir todas as liberdades de arbítrio, o que tornaria 99% da população lacaia de uma confraria que determina o que é certo ou errado, o que é permitido ou proibido, o que é moral ou imoral, enquanto a imoralidade já cavalgava nos lombos de falsos mestres e instituições que deseducaram e promoveram verdades absolutas que nunca passaram de mentiras deslavadas, entretanto registadas nas enciclopédias como a narrativa perfeita de invencionices, para justificar a grande farsa sobre a qual estão alicerçados tudo o que foi-nos transmitido nas consideradas melhores escolas do saber.

Se fomos enganados até a presente data, e se os pilares do conhecimento sustentam nada mais do que aquilo que quiseram impor como última palavra, todos que se levantam contra tais premissas são classificados como hereges, e dum jeito ou doutro tratam logo de providenciar o cancelamento, uma vez que o discurso não pode distoar dos ditames autenticados nas melhores universidades e com as vinhetas dos mais conceituados doutores. Se treze é o número do azar ou da sorte, não importa, facto é que algumas famílias há séculos impõem o que lhes é conveniente: Religião, cultura, educação, saúde, ciência, teconologia, nada foge ao crivo de pouquíssimas pessoas que fazem sempre prevalecer a sua vontade.

E se realmente somos reféns deste sórdido implemento social, o que fazer para fugir disto tudo? 

Tudo é tão evidente e notório, que não se faz necessário nenhum esforço para correlacionar a cronologia e a sincronicidade de eventos, que não coincidem com a forma como deveriam ser, por natureza, mas trazem à tona a evidência de que já não mais se importam se são escandolosas ou não as explicações mais bizarras para a sustentação e prevalência da sua cartilha.

Governantes conscientes deste grande e macabro teatro, que não se submetem são retirados do cenário, e muitas vezes deixam mesmo de existir, ao pé da letra. Um pouquinho de pesquisa e o continente africano dá conta desta afirmativa, nomeadamente de 2020 para cá. Eles já não se importam mesmo se os seus métodos esdrúxulos batem de frente com a lógica, e se estão a praticar o reverso de normas que conflitam com números e evidências metodológicas, todavia apoiados por uma grande imprensa prostituída, o consórcio do terror arruma a sua cama, e sustenta que assim será por bem ou por mal.

Tiveram o descaramento de dizer que não teremos nada, e seremos felizes. Também foram cínicos o bastante para dizerem que o mundo está abarrotado de gente e é preciso enxugar isto. Infelizmente o excesso de flúor oxidou a glândula pituitária de quase toda a humanidade, que já em fase de sono profundo, digere muito bem toda esta indigesta e nefasta ração que vem sendo servida ao gado manso. Sim, é exatamente isto que somos para estes poucos: gado.

Os últimos anos foram decisivos para que fôssemos cabalmente inseridos neste contexto de controlo total, e levantar-se contra esta engrenagem implica muito mais do que coragem, mas exige uma dose cavalar de consciência de que nada mais será como antes, mas podemos, na melhor das hipóteses, causarmos um atraso e ganharmos, quem sabe uns anos a mais de oxigénio nestas câmaras tóxicas para as quais fomos empurrados.

Jean-Jacques Rousseau argumentava que, ao longo do tempo, as instituições sociais criavam uma desigualdade injusta, transformando os cidadãos livres em pessoas submissas às vontades de uma elite governante.

Isto já era latente em 1762 no conceito deste importante pensador francês, e ao que parece Rousseau já vislumbrava ou tinha a premonição de que uma elite global ainda muito mais subjugadora do que a monarquia tomaria o controlo do planeta. Se na ideia do "contrato social" de Rousseau, no qual as pessoas renunciavam parte de sua liberdade em favor do bem comum, estabelecendo assim uma forma de governo, hoje esta tal liberdade foi roubada por completo em favor dos excêntricos e desumanos interesses de uma minoria.


Contextualizando sob o prisma lusitano, se o mundo é sobressaltado com o seu “Estado Novo”, os portugueses não têm a menor nostalgia pelo que sucedeu antes do 25 de abril, e por isso mesmo, movidos pelo sentimento da verdadeira liberdade, não se renderá à nenhum arreio ou cabresto, fazendo assim evidente e manifesta a sua profunda vontade de ver a pátria soberana e desatada de qualquer contrato espúrio com interesses internacionais, que ultrajam a dignidade humana.

Há um tratado em curso, a nível planetário, e convém que os descrentes despertem enquanto há possibilidade de reação.

Se a esperança é a última que morre, e se esta ainda respira, vale a pena ao menos lutar por algum direito que ainda nos resta, e isto é realmente possível com o acenar de que uma luz nunca deixou de mostrar-se no fim deste tenebroso túnel.

Quando o Sistema age de maneira orquestrada no intuito de calar os bons, e inverter os valores com discursos demagogos e vis, está na hora do remanescente, mesmo que dolente, arvorar a bandeira de uma liberdade que seja a genuína de povo guerreiro que brada e luta por uma soberania que não se deixa entorpecer.

Basta de corrupção! Basta de subversão de valores!

Chega! Chega! Chega!

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