terça-feira, 14 de maio de 2024

Dia Internacional da Família tem comemoração especial no Jardim Almoínha Grande em Leiria

- DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA -


A Concelhia de Leiria convida-vos a juntarem-se a nós na comemoração do dia Internacional da Família!
Iremos festejar esta importante data no dia 18 de Maio, Sábado, num grande momento para todas as famílias com CAMINHADA; MEGA PIQUENIQUE; MEGA COMÍCIO e VISITA À FEIRA DE MAIO!

PROGRAMA:
●11h00 - Concentração das famílias, no parque de estacionamento do Jardim Almoinha Grande, junto ao nosso Camião Palco
●11h30 - Início da Caminhada da Família
●12h30 - Fim da Caminhada da Família
●13h00 - Início do MEGA PIQUENIQUE da Família e MEGA COMÍCIO no Jardim Almoinha Grande
●17h00 - Encerramento com VISITA À FEIRA DE MAIO

📍Tragam toda a família!
Teremos águas e Porco no Espeto para todos!

📍Tragam o que mais queiram nas vossas mochilas ou cestas para o Piquenique Familiar e não se esqueçam de uma mantinha para se sentarem na relva 🙂🙂!

📍Tragam boa disposição, alegria e a criançada, teremos insuflável, pinturas faciais e muitas brincadeiras para a pequenada!

Juntem-se a nós e desfrutem deste dia Memorável onde contaremos também com a presença de várias Entidades Convidadas do nosso partido, entre Deputados da Nação, Candidatos e o nosso Embaixador, Vice-Presidente e Cabeça de Lista às Eleições Europeias Dr. António Tânger Corrêa!

A Família é o nosso pilar, a base da nossa sociedade e essência do nosso Partido! Venham desfrutar e engrandecer este dia num ambiente verdadeiramente familiar e inesquecível!

Porque Portugal merece e as Famílias precisam de nós! 🇵🇹
Contamos convosco!

Iniciativa:
Concelhia de Leiria do Partido Chega.
Apoio: Distrital e Nacional do Partido Chega. 

Declarações de Marcelo Rebelo desencadeiam confrontos políticos com proporções que já ecoam em vários países de língua portuguesa

Na recente conferência de imprensa, André Ventura, presidente do partido CHEGA, proferiu duras críticas contra as declarações do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa sobre o que é atribuído como "responsabilidade" histórica de Portugal no processo de colonização. Segundo Ventura, o Presidente teria sugerido compensações ou indenizações que, para o líder do CHEGA, representam um caminho imprudente e potencialmente danoso para o país.


Ventura enfatizou que tais declarações constituem uma imposição arbitrária e profundamente injusta aos portugueses, refutando a ideia de que Portugal deve auto-impor uma responsabilidade tão grande com consequências tão vastas. “Qualquer presidente da República que arrisque dizer que Portugal deve compensar os países onde esteve é um suicídio financeiro e uma imposição arbitrária aos portugueses que não faz nenhum sentido,” afirmou Ventura. Ele ainda acrescentou que tal posição coagiu o governo português a tomar uma decisão contrária à vontade popular, exacerbando um problema já complexo.


Ventura, em sua exposição, trouxe à tona a longa história de Portugal, salientando que a nação possui uma trajetória de nove séculos, marcada por feitos e descobertas, o que não pode ser simplificado ou comparado a histórias de nações com contextos completamente diferentes. O líder do CHEGA questionou a competência do presidente em matéria de política externa e reparação, apontando para uma usurpação das competências do governo, uma ação que ele classifica como um ilícito constitucional.


O partido CHEGA, segundo Ventura, decidiu avançar com uma queixa contra o Presidente da República, representando a voz de milhares, senão milhões, que se sentem injustiçados e feridos com as declarações presidenciais. O discurso de Ventura ressoou como um chamado a proteger os valores históricos e a soberania nacional, criticando o que ele vê como um ataque irresponsável à identidade e história portuguesa.


Este confronto entre o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa e André Ventura destaca uma divisão profunda na política portuguesa, onde as palavras têm peso e as consequências são sentidas em todo o espectro político e social. O partido CHEGA posiciona-se firmemente contra as declarações do presidente, marcando este episódio como um dos mais contenciosos e de significância negativa na recente política portuguesa.

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