O exponencial crescimento do autêntico partido de direita português vem causando um frenesi naqueles que percebem uma iminente ameaça aos propósitos de perpetuação do verdadeiro "império do mal."
As falas e o posicionamento das principais figuras da arena política denunciam que não estão nem um pouco confortáveis, ante o perceptível despertar de uma gigantesca fatia do eleitorado que declara não mais querer que as coisas continuem como estão.
Às vésperas de um dos mais importantes pleitos da história, o país segue a chafurdar num pântano de denúncias de corrupção e irregularidades, as quais sofrem esquiva por parte daqueles que recusam-se a trazer às claras o que ainda não foi esclarecido.
O Sistema Nacional de Saúde anda doente, e para ser melhor classificado encontra-se em estado terminal.
Pessoas convalescendo, falta de médicos e demais profissionais de saúde, e como resultado, filas intermináveis e esperas absurdas por quem agoniza por socorro.
A chegada do inverno, distopicamente, aumenta a temperatura em meio à uma vaga de desmantelamento daquilo que deveria ser tratado como sagrado.
Defender o indefensável tem sido uma missão impossível para a situação, tapar o sol com a peneira só potencializa os escândalos que já não têm mais travões. Chegaram ao ponto de chamar a Direita de Diabo, quando estes mesmos transformaram o país num inferno.
A imigração descontrolada propiciou uma realidade social jamais imaginada. A política do "portas abertas para todos" fomentou o aumento da criminalidade e da violência, com índices nunca antes vistos. Nossos jovens estão indo embora, e estranhos estão a ocupar seus espaços. A insegurança hoje é o mais novo elemento a compor o cotidiano dos portugueses, que já percebem que sua amada pátria não é mais a mesma.
Muito longe de se enquadrar em quaisquer das acusações feitas pelos adversários, o Partido Chega, é o principal alvo dos golpes baixos desferidos pelo sistema, integrado à uma comunicação social totalmente rendida aos devaneios maquiavélicos de quem está no poder.
Certamente há uma crise econômica a nível mundial, entretanto estão a aproveitar o ensejo para implementar critérios, procedimentos e diretrizes que não dizem respeito à solução, mas uma clara demonstração de subserviência à instâncias que pretendem dominar o continente, em detrimento da autonomia e da soberania da nação, cujas raízes deveriam ser intocáveis.
As máscaras estão a cair, e ainda assim fazem malabarismos para disfarçar o que está escancarado aos olhos de todos.
Milhões e milhões de euros a financiar um conflito armado, e a população sendo bombardeada covardemente com o sucateamento da saúde e da educação. Não há discurso que desfaça todas as irregularidades praticadas, muitas delas bizarras e criminosas, e a conta está a chegar com juros e correção monetária.
Graças à digitalização e à inclusão da sociedade no mundo virtual, o castelo da imprensa podre está a ruir, e a começar pelos mais jovens a resposta já chegou. O entendimento de que é necessário pôr um fim neste ciclo vicioso é inadiável e a juventude portuguesa dá o seu brado, tornando inviável que até as sondagens mais suspeitas omitam tal crescimento.
Está nas mão de cada cidadão, e por quê não dizer, que o "X" da questão estará numa cédula, no dia 10 de março.
Chega!!!

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