O mundo assistiu uma verdadeira farra chamada Global Sumud Flotilla, vendida como uma “missão humanitária” para Gaza. O discurso era nobre: romper o bloqueio israelense e entregar alimentos, remédios e fórmulas infantis. Mas as evidências contam outra história: nenhum registro de carga, nenhuma imagem de ajuda, e um grupo repleto de ativistas políticos, incluindo dois condenados por envolvimento com o grupo terrorista ETA.
Uma encenação global
A flotilha nasceu com o objetivo explícito de gerar impacto mediático, não de levar suprimentos. Foram semanas de transmissões, discursos e autopromoção, enquanto os barcos navegavam praticamente vazios. Israel, ao interceptar as embarcações, divulgou vídeos mostrando interiores desprovidos de qualquer carga humanitária.
Assista o vídeo:
Até hoje, os organizadores não apresentaram manifestos de carga nem uma única foto legítima de alimentos ou remédios embarcados. A “ajuda” era, em todos os aspetos uma grande farsa.
Presença de ex-membros do ETA
Entre os 49 detidos, dois espanhóis condenados por envolvimento com a ETA: Itziar Moreno Martínez e José Javier Osés Carrasco, estavam a bordo, viajando no navio Sirius. A revelação destrói a narrativa de inocência e solidariedade: a operação abrigava pessoas com passado ligado ao terrorismo, travestidas de ativistas da paz.
A verdade por trás do disfarce
Enquanto os organizadores denunciavam “opressão israelense”, não há provas de que um único pacote de alimentos tenha chegado a Gaza. O que existiu foi propaganda política cuidadosamente encenada, explorando a dor de civis palestinos como pano de fundo para um espetáculo ideológico.
Israel apresentou imagens, documentos e vídeos. Os organizadores apresentaram slogans. Entre factos e encenação, quem mentiu foi quem prometeu ajuda e entregou teatro.

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