Portugal, o encantador e pequeno território do mediterrâneo não tem sido mais lembrado apenas por ter o clima e o verão mais agradável do continente, mas por hoje ter uma voz que brada com uma ousadia ímpar, e que causa um desconforto descomunal aos que nunca imaginaram que das terras lusitanas alguém pudesse arvorar um discurso que confronta com os interesses obscuros do globalismo. Despojado e nem um pouco preocupado se a sua fala e atitudes têm sido um calo nos sapatos dos que consideram-se donos do mundo, André Ventura, presidente do Partido Chega, outrora pacato e agora a grande potência política de Portugal, tem causado insónia e já é um grande obstáculo não apenas para o establishment, mas para todo e qualquer projeto sutil que ouse estabelecer-se para resguardar aqueles que até a presente data não passaram de aproveitadores e surrupiadores da fé de um povo que sempre ancorou suas esperanças em alguém que realmente pudesse ter o menor interesse por salvaguardar a integridade de sua pátria.
Não obstante, incautos ainda continuam a acreditar numa fábrica de desinformação que todos os dias funciona como uma janela de mentiras nos lares, que nada mais é do que uma comunicação social completamente vendida, entretanto convém ressaltar que graças ao espetacular desempenho deste perseguido partido, a maioria dos portugueses já despertaram do sono da indolência e a apatia não mais faz parte da sua conduta, antes posiciona-se como uma nova frente que surgiu para derrubar a banca e trazer uma realidade que impacte para uma virada de jogo no país.
André Ventura, sem sombra de dúvidas, é hoje a figura política mais odiada dentro e fora da nação por aqueles que ainda insistem em fazer andar a engrenagem de uma agenda macabra, que subestima a autonomia cognitiva da população e tenta atropelar princípios elementares que norteiam o sentido de sobrevivência da raça humana.
A título de continente a reprentatividade do Chega numericamente é muito pequena, mas daqui mesmo de Portugal, arregimentado pelo seu maestro, movimentos de absoluta sensibilidade são articulados para travar o avanço da extrema-esquerda ao teimar em engrossar suas fileiras com nomes que sabotam a boa fama de uma gente, caso ainda em curso a insistência em estabelecer o Sr. António Costa no Conselho Europeu.
O que causa ainda mais indignação é perceber o descamento do Primeiro-Ministro senhor Montenegro em atuar como uma espécie de cabo eleitoral para empurrar esta situação, no mínimo, vergonhosa, que expõe o corporativismo político que já não engana mais ninguém, ao escancarar que o PSD nunca foi Direita, mas um puxadinho mesquinho do PS, e que mais do que nunca, através do seu líder causa um verdadeiro constrangimento para Portugal.
Sem dar fôlego ao inimigo, o Chega, sob a égide do implacável André Ventura, tal como um sniper, faz disparos cirúrgicos que têm desmantelado o "estado profundo" e desencadeado uma série de malabarismos da extrema-esquerda que contorce-se, mas está sendo apanhada com as calças arreadas pela sua reincidência em escândalos que estão a vir à tona como um vulcão em erupção.
Os próximos dias e meses trarão os resultados desta empreitada em criar um novo cenário para os portugueses e para os europeus, nesta batalha que só está começando.

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