A deputada Rita Matias, do partido Chega, fez duras críticas às recentes declarações do líder do PSD, Luís Montenegro, em um discurso contundente transmitido pelo canal NOW. A parlamentar expôs o que considera ser a hipocrisia e o corporativismo dos partidos tradicionais portugueses, PS e PSD, ao abordar questões críticas como a imigração descontrolada e a implementação da Agenda 2030.
Imigração Descontrolada: Um Problema Ignorado
Rita Matias destacou a recente proposta do Chega para o controle da imigração, que incluía a criação de cotas de imigração alinhadas com as necessidades do mercado de trabalho português e o apoio ao regresso voluntário de imigrantes. Apesar da sensatez das propostas, o PSD absteve-se, permitindo que o PS, partido no poder, rejeitasse as medidas.
Essa atitude, segundo a deputada, reflete o corporativismo da extrema-esquerda e a falta de compromisso real com os interesses dos portugueses. A imigração descontrolada, que muitos partidos reconhecem como um problema, é um tema frequentemente relegado a segundo plano, enquanto se dão passos deliberados para manter a agenda globalista da Agenda 2030 em andamento.
A Agenda 2030 e a Extrema-Esquerda
A Agenda 2030, promovida pela ONU, tem como um de seus pilares a promoção de migrações seguras, ordenadas e regulares. No entanto, a implementação dessa agenda em Portugal tem sido, na visão de Rita Matias, uma fachada para a continuação de políticas que não atendem aos interesses nacionais. A deputada argumenta que os partidos tradicionais, sob o pretexto de uma agenda globalista, negligenciam os problemas reais enfrentados pelo país, incluindo a sobrecarga dos serviços públicos e a integração dos imigrantes.
O Papel Vergonhoso da Presidência da Legislatura
Rita Matias não poupou críticas à presidência da atual legislatura, que, segundo ela, atua como um coadjuvante do Partido Socialista, facilitando a aprovação de projetos obscuros que não beneficiam o povo português. A deputada sublinhou que, apesar das promessas de mudança, as práticas políticas continuam as mesmas, com encenações teatrais que visam enganar a população e manter o status quo.
As palavras da deputada Rita Matias levantam questões importantes sobre a direção das políticas de imigração em Portugal e a influência de agendas globais na política nacional. O corporativismo da extrema-esquerda e a cumplicidade dos partidos tradicionais na implementação de políticas que não refletem os interesses dos cidadãos são questões que merecem uma análise aprofundada e uma resposta firme por parte da sociedade civil e dos representantes eleitos.
Em um momento em que a transparência e a responsabilidade são cruciais, as alegações da deputada não podem ser simplesmente descartadas como retórica política. Elas exigem uma reflexão séria sobre quem realmente se beneficia das políticas atuais e qual o verdadeiro custo para o povo português.

Os mandões da Europa, que usurparam o poder, pois o povo europeu não foi consultado, estão a devastar a cultura e a cor europeia ao ponto dos europeus terem que encontrar outro Planeta para sobreviverem, por que correm o risco de serem dizimados por esta invasão de culturas que ainda vivem na idade da pedra, período paleolítico, pedra lascada. Os responsáveis por esta caótica situação deveriam ser enforcados em Praça Pública, tal e qual como foram os Presidentes do Iraque ( Sadam) e da Líbia ( Kadaffi )
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